Sempre percorri o mundo pelos meus proprios pés, se bem que por vezes apoiado numa qualquer bengala humana que me suportou, apesar de tudo, aprendi a caminhar sozinho, com a casa as costas, de mão dada com a vida, apesar de madrasta nao deixa de ser vida. Qual sonâmbulo correndo encruzilhadas dispersas, escolhendo sempre a opção que mais acertada parece, mas certa essa escolha nunca o é, não fosse esses desvios um sinal de mudança. Apesar de correr e correr sem parar acabo sempre por me cruzar com novo labirinto de escolhas, é aí que reparo que nada muda e a estrada da vida sempre igual, paralela a tantas outras por esse mundo fora, pois o asfalto de cada um é senão de cada um, a escolha é uma e uma só, mas o único elemento que muda será o derradeiro final, envolto nas escolhas desta auto estrada no qual à muito se iniciou a viagem, com destino à meta da felicidade.
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